foroderadios.org pt

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte
Foro de Radios 2010

Ong critica acordos comerciais de UE com Peru e Colômbia

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

Os Presidentes de Peru e Colômbia declaram que assinatura de acordos comerciais com União Européia favorecem suas economias. Contudo, Ongs internacionais acusam UE de dificultar combate a pobreza e a desigualdade.

Os acordos foram firmados no encerramento da Cúpula de Chefes de estado UE ALC em Madri, Na Espanha.

O presidente do Peru, Alan García, afirmou ver no tratado “o verdadeiro caminho para enfrentar problemas como desemprego e crescimento econômico”. Um dos pontos enfatizados no acordo feito com o Peru é o envio de recursos da União Européia no combate ao narcotráfico. Serão oferecidos 36 milhões de euros no combate às drogas ilegais.

Da mesma forma o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, comemorou a assinatura do tratado como uma forma de fortalecer a economia de seu país. De acordo com ele, os investimentos europeus no país podem ajudar no crescimento de 6% do PIB, o que traria mais empregos.

Em ambos os acordos, as autoridades garantiram que há capítulos dirigidos ao respeito de direitos humanos e ao meio ambiente, assim como a garantia dos direitos trabalhistas. Contudo, a organização não governamental Oxfam declararou considerar os acordos prejudiciais para os países latinos dificultando o combate a pobreza e a desigualdade.

Um exemplo citado pela organização foi a forma como a UE vem bloqueando a transição de medicamentos genéricos da Índia para os países da América do Sul. Este fato foi denunciado pela sociedade civil organizada alguns dias antes da Cúpula.

Da mesma forma, a Ong Anistia Internacional havia enviado um pedido oficial a Cúpula para que se preocupassem com as correntes violações de direitos humanos que ocorrem na Colômbia.

O país, que vive um conflito interno de combate contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), apresenta diversos casos de assassinatos de civis por grupos paramilitares. Mesmo com a denúncia de organizações de que a maioria das vítimas são indígenas e ativistas inocentes, os militares não são punidos pelos assassinatos. (pulsar)


Audios disponíveis:

O presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, fala de crescimento econômico.
41 seg. (330 KB) arquivo mp3

O presidente do Peru, Alan García, fala sobre as vantagem sobre firmar acordos com a UE.
36 seg. (280 KB) arquivo mp3


 

América Central e União Europeia assinam acordo político e comercial

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

A Cúpula entre a União Europeia e América Central, realizada hoje (19/05), em Madri, termina com assinatura de acordos políticos e comerciais entre as duas regiões, que aborda temas como o combate ao narcotráfico, mudanças climáticas e exportação.

José Luis Rodriguez Zapatero, presidente espanhol, representante do bloco europeu, afirmou que os resultados da conversa entre os dois blocos contribuíram para uma maior integração dos países Centro-americanos.

Zapatero ressaltou como principais capítulos do acordo os que se referem a segurança e as mudanças climáticas.

O presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, representante da América Central, ressaltou o tema da segurança como aspecto prioritário do acordo. Segundo ele o tratado cria bases para o combate ao narcotráfico na Centro-América.

Para Mabel Faria, da Rede Brasileira pela Integração dos Povos, este tipo de acordo traz prejuízos para os países em desenvolvimento, principalmente para as políticas públicas.

A ONG britânica Oxfam, afirmou que este convênios incluem temas como compras públicas e regras de propriedade intelectual, que vão além dos acordado dentro da Organização Mundial do Comércio. Isso pode limitar o espaço político da América Central, para proteger suas industrias e produtores como parte de sua estratégia de desenvolvimento.


Audios disponíveis:

Presidente do Panamá fala sobre o acordo.
39 seg. (309) arquivo mp3

 

Cúpula UE-ALC termina com acordos de livre comércio

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

A Cúpula entre União Europeia, América Latina e Caribe termina hoje (19/05), em Madrid, com a formalização de três acordos comerciais, a criação de uma fundação, um plano de ação e o fortalecimento do diálogo político bi-regional.

Durante o período de realização da Cúpula UE-ALC, que começou no dia 16, foram realizados encontros entre a União Europeia, o Mercosul e países da América Latina e Caribe. Hoje foram realizadas as reuniões com a Comunidade Andina e América Central.

José Luiz Rodriguez Zapatero, presidente da Espanha, atual mandatária da União Europeia, comemorou os resultados da Cúpula. Ele afirmou que o encontro foi importante para mostrar o potencial de cooperação e compreensão entre as regiões.

Zapatero resaltou a retomada das negociações do bloco europeu com o Mercosul e o fechamento de acordos de livre comércio com a América Central, Colômbia e Peru, como avanços importantes.

Os chefes de Estado presentes aprovaram um plano de ação que prevê aberturas de linhas de crédito para a latinoamérica.

Além disso, está prevista a criação da Fundação Eurolac, com o objetivo de apoiar iniciativas da sociedade civil, como forma de estreitar as relações bilaterais entre os dois blocos econômicos. A sede será na Europa, mas o país ainda não foi definido.

A próxima Cúpula entre a União Europeia, América Latina e Caribe será realizado no Chile em 2012.

 

Haiti pede compromisso dos presidentes da Cúpula UE-ALC

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

Os governos dominicano e haitiano convidaram os chefes de Estado, presentes na Cúpula UE-ALC, a selar um compromisso para a “refundação” do país. Na ocasião, anunciaram a realização de um encontro para discutir o futuro do Haiti.

O primeiro-ministro haitiano, Jean-Max Bellerive, acredita que os apoios internacionais são fundamentais para a “refundação” do país, que foi destruído durante o terremoto em 12 de janeiro.

Quando questionado sobre o perigo de exploração do povo haitiano por empresas transnacionais, Jean-Max disse “que espera que não aconteça e vai trabalhar para que não ocorra”.

Leon Fernadez, presidente dominicano, afirmou que em um primeiro momento será realizada uma avaliação de como se manifestaram, efetivamente, as promessas de cooperação feitas por diversas nações, organismos financeiros e sociedade civil. Em um segundo, as maneiras de apoio concreto.

O encontro será realizado no dia 2 de junho, em Punta Cana, capital da República Dominicana, país vizinho ao Haiti.

Actualizado em Quarta, 19 Maio 2010 07:50
 

Governos da União Europeia e América Latina se reúnem hoje

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

Representantes de mais de 60 países participam hoje (18/05), em Madri, da Cúpula entre a União Europeia, América Latina e Caribe. O principal objetivo é intensificar as relações comerciais entre as duas regiões.

Ontem, José Luiz Rodriguez Zapatero, governante da Espanha, que está na presidencia da União Europeia, anunciou a retomada das negociações de um acordo comercial com o Mercosul, paradas a seis anos.

Zapatero convidou os países latinos a se tornarem “sócios globais ante os desafios globais em um mundo cada vez mais globalizado”.

Apesar do otimismo demonstrado em Madri, países como a França, Alemanha e Itália se demonstram temerosos com possíves concessões, que acreditam trazer prejuízos para o setor agrícola europeu.

Em meio a estas discordâncias, faltaram a Cúpula UE-ALC importantes chefes de Estado, como a Chanceler Alemã, Ángela Merkel, o primeiro-mistro britânico, David Cameron. Nem o presidente italiano, Silvio Berlusconi, estava presente.

Por parte latino-americana também houve ausências. Não compareceram ao encontro em Madri os presidentes Hugo Chaves, da Venezuela, Daniel Ortega, da Nicarágua, José Mújica, do Uruguai e o cubano Raúl Castro.

 


Pág. 1 de 5

banners

Faixa publicitária
Faixa publicitária